segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Virtualidade e Emoção.










Há momentos em que as palavras fogem, as pessoas simplesmente desaparecem.
O incómodo da ausência diante da insípida saudade.
Determinamos, hora, data e local.
É determinado o começo, um breve meio e um inóspito fim.
Porém, o fim nem sempre é o desejo e o desejo raramente é explícito.
Assim nascem os fantasmas, e surge o vazio de uma distância.
Somos seres inteligentes, intelectuais, racionais, mas débeis infantis nas peripécias da paixão.
Gostaria de ter dito, de ter gritado e de não ter esperado o inesperado.
Mais uma grande lição.

Que o som do meu coração, e a voz da minha intuição sejam sempre superiores aos barulhos de meus pensamentos.


Beijos
Rê Pinheiro

3 comentários:

  1. Tá qui pariu...demorei 16 anos pra aprender isso...que minha emoção me leve à aquela esquina onde senti o calor de um beijo que não tentei dar na mulher que sem saber mudou minha vida, pois infelizmente foi a última vez que nos vimos.
    Você tem um dom Rê, sem palavras pra dizer como gosto do seu pensamento.

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